sábado, 2 de julho de 2011

Fala com os Deputados das Comunidades Portuguesas do PSD



 

          Carlos Gonçalves                                      Carlos Páscoa                                            Maria Ávila

Portas contra "agitação de rua" e "greves sistemáticas"

Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros encerrou ontem o debate do Programa do Governo - que passou no Parlamento sem votação -, com um discurso a favor do "acordo social"
O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, encerrou hoje o debate do Programa do Governo com um discurso a favor do "acordo social" e contra a "agitação" de rua e eventuais "greves sistemáticas".
Numa alusão aos protestos que têm acontecido na Grécia, com episódios de violência, Paulo Portas declarou: "Quando os portugueses veem as imagens de desesperança e de instabilidade que nos chegam às vezes de outros países da Zona Euro certamente que há um bom senso geral que não recomenda imitações".
O ministro de Estado defendeu que a todos os responsáveis políticos cabe "o cuidado de não piorar os dias do presente, que já são suficientemente difíceis", e que o "cumprimento das obrigações internacionais do Estado português" também "convoca a todos - sem perda, obviamente, das identidades doutrinárias ou setoriais".
Da parte do Governo haverá uma "cultura do acordo social e da negociação com os parceiros sociais", prometeu.
"Do que Portugal precisa neste momento não é de agitação social na eterna esperança de substituir a legitimidade política pela vanguarda da rua, é de uma cultura de compromisso político e de acordo social", considerou Paulo Portas.
Segundo o ministro, contudo, "haverá sempre quem pense - um pensamento que a história já se encarregou de fazer caducar - que não é nos parlamentos que se faz a luta", mas "convém ter em consideração" que nas legislativas de 5 de junho "prevaleceu o voto naqueles partidos que assumiram o compromisso de cumprir o memorando de ajuda externa" - PS, PSD e CDS-PP.
Os portugueses "premiarão quem estiver disponível para uma cultura de compromisso político e de acordo social" e "não terão demasiada indulgência para com aqueles que queiram ignorar o voto popular e cansar o país com o recurso a greves sistemáticas sem procura prévia de um ponto de acordo que tenha em conta as circunstâncias de Portugal", sustentou.

Nuno Crato quer acabar com o ministério que se julga dono da Educação

Nasceu uma estrela.
A estreia do ministro da Educação provocou entusiasmo genuíno e inesperado nas bancadas da maioria. Foi um frisson.
O ponto alto da manhã do segundo dia do debate do programa de Governo foi a estreia parlamentar do ministro da Educação. O estilo direto, simples e pragmático de Nuno Crato mereceu o aplauso mais entusiasmado das bancadas da maioria em todo o debate. Bastava olhar para os rostos do PSD e do CDS para sentir que não foi um aplauso de circunstância: foi um aplauso de adesão a um estilo e a um programa.
As últimas palavras de Nuno Crato nas respostas aos deputados da oposição podem ter ajudado a esse reação entusiasmada. "O Ministério da Educação é uma máquina gigantesca que, em muitos aspetos, se sente dona da Educação em Portugal. Eu quero acabar com isso", disse o governante, respondendo a uma referência que havia sido feita por uma deputada do Bloco de Esquerda.
Rita Calvário tinha deixado a provocação momentos antes: "Folgo em vê-lo à frente de um ministério que em fevereiro disse que devia ser implodido". E Nuno Crato não se negou à resposta.
Mas mesmo antes deste soundbyte final, o ministro já tinha conquistado a sua maioria com uma defesa apaixonada da introdução de maior rigor no sistema de ensino, dando, uns atrás de outros, exemplos que ilustram a sua máxima de que "há muitas coisas que se conseguem fazer com pouco dinheiro, desde que haja determinação e vontade".
Tirar-lhes as máquinas de calcular
Nuno Crato foi dando exemplos dessas coisas que não custam dinheiro e fazem a diferença, como mexer nos "programas muito pouco exigentes, cujo currículo tem de ser reformulado", ou tirar as máquinas de calcular das salas de aula dos meninos do 5.º ano, que ainda estão a consolidar a capacidade de cálculo matemático, ou aumentar a exigência em relação aos manunais escolares.
O ministro da Educação também não esqueceu a importância de uma prova de acesso à profissão de professor ("É uma das maneiras que temos para que sejam os professores mais bem preparados a entrar no sistema de ensino"), mas deu atenção particular à exigência na avaliação dos alunos.
Defendeu que a "avaliação não pode ser feita com provas que não se sabe exactamente o que vão avaliar, que mudam o grau de dificuldade de um ano para o outro e que não se centram no essencial", refletindo antes os preconceitos ideológicos de quem as concebe.
E respondeu à ideia de que "para facilitar a vida aos filhos dos pobres é preciso diminuir exigência: eu sou exatamente partidário do contrário", declarou Nuno Crato, considerando que se não houver o mesmo grau de exigência para todos, "são os filhos dos mais ricos que têm hipóteses alternativas".

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Fui surpreendido positivamente pela "MULHER MIGRANTE" !!!

Caro Amigo Dias Costa
Com as nossas congratulações por termos aprovado ontem por unanimidade a sua eleição para o Conselho de Representantes da Mulher Migrante na Suíça, envio-lhe já actualizada a respectiva Lista.
Envio também a Lista de Orgãos Sociais eleita há 1 ano.
Melhores cumprimentos,
Rita Gomes - Presidente da Associação de Estudo Cooperação e Solidariedade MULHER MIGRANTE
Fui supreendido, pois nada sabia, mas aceitei com os votos de procurar satisfazer as esperanças em mim confiadas. AFDC

Associação de Estudo Cooperação e Solidariedades
Nenhuma pessoa é estrangeira numa sociedade que vive os direitos humanos
Rua Maria Pia, Lote 4-Loja 1 // 1350-208 Lisboa
Tel: 21 390 94 17 // Fax: 21 390 94 17 // Mail: rag@sapo.pt
Conselho de Representantes da Associação “Mulher Migrante”

(Art. 10º, nº2, Art. 12º, nº 1 alínea a) e Art. 19º dos Estatutos)
Lista de Representantes
ARGENTINA
Maria Alice de Matos
Maria Violante Martins
Natália Renda Correia
AUSTRÁLIA
Elisabeth Madeira
BRASIL
Maria Fernanda Reis Monteiro e Brito Ramos
Cláudia Ferreira
Lourdes Abraços
Henriqueta de Castro
Henrique de Almeida
CABO VERDE
Celina Pereira
CANADÁ
Virgílio António Pires
Cora Pinarreta
EUA
Manuela Da Luz Chaplin
José João Morais
FRANÇA
Isabel Neves Oliveira
Alexandra Custódio
Ana Oliveira Pommet
HOLANDA
Teresa Heimans
PORTUGAL
Região Norte
Graça Guedes
Maria Isabel Barros Aguiar
Região Centro
Maria de Lourdes Dias
Região Sul
Ana Ferreira
SUÍÇA
António Dias Costa
URUGUAY
Luíz V. Panasco Caetano
Aprovada, por unanimidade, na Reunião da Assembleia Geral, realizada, em Lisboa, no dia 30 de Junho de 2011.
ORGÃOS SOCIAIS

Assembleia Geral
Presidente …………...……………………………. Manuela Aguiar
Vice – Presidente …….….……….. Maria Beatriz Rocha – Trindade
Vice - Presidente ……..…………………….. Ana Paula Beja Horta
Secretária ……………………………… Lourdes Abraços (Brasil)
Secretária …………………… Maria Violante Martins (Argentina)
Direcção
Presidente ……….…………………………………. Rita Gomes
Vice – Presidente ……………………………… Artur Madureira
Vice - Presidente ……………….……… Glória de Melo (EUA)
Tesoureira …………………..………………… Filipa Menezes
Secretária …………………………… Isabel Oliveira (França)
Vogal ……………………….……… Cláudia Ferreira (Brasil)
Vogal ……………………………… Susana Gabriela Carvalho
Conselho Fiscal
Presidente ………………………… Isabel Lopes da Silva
Vogal ………………………………… Ana Paula Barros
Vogal ……………………… Cristina Viveiro Rodrigues
Suplente ……………. Luiz Panasco Caetano (Uruguay)
Suplente …………………. Natália Correia (Argentina)
Secretária – Geral
Elvira Brandão
Lista aprovada por unanimidade em Reunião da Assembleia Geral realizada, em Lisboa, no dia 30 de Junho de 2010.
http://mulhermigranteemcongresso.blogspot.com

http://www.vinhoverde.pt